No ano passado assisti um anime muito muito muito muito muito bom chamado Gekkan Shoujo Nozaki-Kun (que vocês podem assistir aqui de graça se quiserem) que conta a história de uma menina, Sakura, que é apaixonada por um cara que desenha mangás, o tal do Nozaki-Kun do título. Nozaki escreve mangá para garotas adolescentes e Sakura acaba virando assistente dele. Não se se vocês sabem como funciona o trabalho de uma pessoa que faz mangás, mas ao contrário das HQs de super-herói americanas, o autor desenha E faz o roteiro, mas tem alguns assistentes para ajudá-lo a fazer fundos, retículas e outros detalhes.

VOU ESCREVER SUA HISTÓRIA PARA VOCÊ!!!!!!!! (no caso, eu depois de ler um livro muito bom e meu personagem favorito se ferrar)

Enfim, a arte de desenhar e escrever mangá não vem ao caso, o que interessa é: EU NUNCA ME IDENTIFIQUEI TANTO COM UM CRIADOR DA FICÇÃO QUANTO COM O NOZAKI-KUN. Tem um episódio específico que ele está em próximo do seu prazo e basicamente morre, usando Salompas em seu pescoço, ombros, braços e cérebro (ok, essa última parte não, MAS QUERIA UM SALOMPAS¹ PRO CÉREBRO). Faltam duas semanas para minha deadline auto-imposta (vide o post mais útil dessa série) e esses últimos sete dias foram uma bagunça.

Vamos entrar na Tardis um minuto e voltar para quinta-feira passada. Comecei o dia como sempre, escrevendo 2000 palavras pela manhã e vim para o meu estágio. Vou estragar a magia, mas quinta é o dia que geralmente escrevo aqui e deixo tudo programado, então foi isso que fiz numa horinha vaga que surgiu (como estou fazendo agora). Aí voltei para casa, toda saltitante, jantei e quando abri o computador, senti a dor mais fela da mãe no meu braço direito e não conseguia levantar ele.

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